Para aonde à necessidade de tomar posições nos levar...
Não sei se é assim que ocorre com você, mas ultimamente tenho tido a necessidade de falar uma língua universal, de entender a realidade num âmbito global, de forma completa. Essa vontade de visitar certos aspectos da vida, acaba levando a gente a distanciar-se de certas coisas e isso talvez seja necessário. Vejamos.
Não sei se é assim que ocorre com você, mas ultimamente tenho tido a necessidade de falar uma língua universal, de entender a realidade num âmbito global, de forma completa. Essa vontade de visitar certos aspectos da vida, acaba levando a gente a distanciar-se de certas coisas e isso talvez seja necessário. Vejamos.
Os "ideais verdes" sempre me perseguiram e perseguem. Vendo o mundo do jeito que está, não há como não se interessar em conhecer a vida de pessoas que dedicam muitas horas do seu dia para salvarem o planeta que é de todos e o que fazem. Ações promovidas pelos agrupamentos verdes ganham cada vez mais adesão pessoal (ativismo verde), a exemplo do Greenpeace World e Brasil e da WWF, principais referências na luta pelo meio ambiente sadio.
No Brasil, as discussões acerca do Novo Código Florestal que está por vir, concentram-se em torno das mudanças que se efetuarão, na demarcação de divisas, nas consequências de sua implantação: o perdão de dívidas (multas) milhionárias dos filhos do agronegócio, o assoriamento dos rios, o favorecimento do desmatamento e a destruição dos ecossistemas nacionais, o risco à integridade das florestas brasileiras e etc.
Não só na temática verde, isso já me ocorreu em relação à política, com suas interfaces corrosivas e seus denunciados desvios. Sou filiado a um partido político que é engajado nas lutas a favor do povo brasileiro, que se tornou referência em ética e luta social, em amortização das desigualdades. Embora eu seja um longínquo e inexistente militante efetivo, não deixei de acreditar no ideal do justo e do correto.
De modo mais permanente, tenho me afeiçoado cada vez mais ao ideal humano de ligação divina, à comunhão com jovens de diversos países no compartilhamento das nossas vivências humanas, a nossa relação com a pátria celeste, comum a todos, por isso universal. A religião (o ópio do povo para Nietzsche) para mim é um alento aos indivíduos que necessitam conduzir suas vidas sob uma mão divina.
Prosseguir me interessando, estudando, me afeiçoando a determinados seguimentos, que vão construindo minha personalidade, me distancia de determinadas coisas, de "amigos", de situações, de convites. É como se uma "seleção natural" ocorresse sempre que enxergam em minha testa algo de que eu não trato abertamente como todos, mas que não constitui segredo.
A nossa conversa acerca do Código Florestal, ONG´s e Ativismo não pára por aqui.
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